O sujeito é uma unidade. As pessoas são subjetivadas desde o
nascimento, como ao receber um nome e os presentes que ganha durante sua vida e
isso nos torna o sujeito do qual somos agora.
Pecheux define o sujeito para que não haja confusão na hora
de explicá-lo. Para Pecheux , um sujeito é assujeitado, não livre, não
singular, e ao ser colocado no mundo e subjetivado começa a criar raízes no mundo, obedecendo suas leis,
valores e morais, no fim não somos propriamente livres, pois temos um script a
seguir.
Agora vejamos o autor, um autor não é necessariamente um
sujeito, por exemplo, se um matemático escreve um livro e na sua introdução
escreve sua biografia, este utiliza sua voz, este é um sujeito-autor. Numa obra
de ficção temos algo diferente, analisemos Dom casmurro, se Capitu não traiu
Bentinho, Machado de Assis é José de Alencar. Com este exemplo, vemos que um
autor não dá vida a um personagem que não é ele mesmo, sendo ele completamente
diferente do sujeito.
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